Estragar o telemovel no primeiro Domingo de férias acabadinha de chegar à praia.
Perceber que ainda sei muitos numeros de telefone de cor.
O cheiro delicioso do sobrinho.
A praia de manhã.
A calma da mana.
A aventura de almoçar e fazer o jantar para a noite, tudo numa hora!
O cheiro a mar.
A praia ao fim do dia.
O parque com dezenas de crianças.
O riso largo do sobrinho e ar babado da mana.
O pai a correr para nós sempre que podia.
A tranquilidade de não ter horários, nem pressões, nem conversas forçadas, nem perguntas, nem respostas.
Os Domingos com amigos, os que moram cá dentro do coração e as estrangeiras que trouzeram ;)
A pressão. O arrumar a questão.
O silêncio quando a irmã partiu com o sobrinho.
A casa só para mim.
Os amigos a aparecer. A surpreender.
As inumeras conversas sobre relações.
Os jantares com amigos que foram aparecendo porque tinham saudade.
A festa dos 50 anos do Ouriço.
A cerveja.
Os shoots.
Não me lembro.
Stalkers.
As conversas com miudos mais novos que nos ouvem como se o que dissemos fosse lei. (O que não o é, de todo!)
A chuva.
O calor.
A traquilidade de estar na praia sozinha, com um livro e uns phones nos ouvidos.
As primas.
O calor abismal que se fez sentir na noite de despedida.
O assédio feminino.
O dia da despedida com praia até à noite.
Das férias, tranquilidade.
Das férias, o medo.
Das férias, o aperto no coração.
Das férias, a tranquilidade misturada com a raiva de ter de estar quieta, à espera.
O misto.
terça-feira, 31 de agosto de 2010
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Às vezes.
Ás vezes as pessoas não entendem que responder à pergunta "Como é que tás?", envolve ou mentir, ou falar de muitas coisas que não se quer falar.
Ás vezes as pessoas não entendem que espaço, quer dizer só isso, espaço. E que falar das coisas nem sempre ajuda.
Às vezes as pessoas não entendem que não precisamos falar de como estamos, só precisamos de distrair.
Às vezes as pessoas.
Ás vezes as pessoas não entendem que espaço, quer dizer só isso, espaço. E que falar das coisas nem sempre ajuda.
Às vezes as pessoas não entendem que não precisamos falar de como estamos, só precisamos de distrair.
Às vezes as pessoas.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Fatal(Idade)
Sempre que lhe acontecia uma "fatalidade" na vida, ela achava que era o fim do mundo.
Uma desgraça.
Uma dor horrivel.
Era sempre a pior das dores. Sempre. De todas as vezes.
Hoje, quando olha para trás percebe que não há maior dor que ver quem se ama ir-se devagar sabe-se lá para onde.
Hoje, doi-lhe não sabe bem onde.
Hoje.
Hoje percebe que nunca viveu perto do fim do mundo, que nunca lhe aconteceu uma desgraçada e ainda não sabe o que é a dor horrivel de perder alguém a sério.
Só hoje entende de facto a palavra, injustiça.
Hoje.
Uma desgraça.
Uma dor horrivel.
Era sempre a pior das dores. Sempre. De todas as vezes.
Hoje, quando olha para trás percebe que não há maior dor que ver quem se ama ir-se devagar sabe-se lá para onde.
Hoje, doi-lhe não sabe bem onde.
Hoje.
Hoje percebe que nunca viveu perto do fim do mundo, que nunca lhe aconteceu uma desgraçada e ainda não sabe o que é a dor horrivel de perder alguém a sério.
Só hoje entende de facto a palavra, injustiça.
Hoje.
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
A avó R.
Eu vivi uma infância feliz. Recordo muitos dos momentos, com os avós.
Que sempre me pareçam que viveriam para sempre. Os avós brincam sempre connosco, mesmo quando já somos grandes e fazem sempre a nossa comida favorita.
E a minha R. fez-me os melhores bitoques que comi na vida. E assava as melhores castanhas. E leva-me para brincar no casal com a mana e as primas. E conversava muito comigo. E ela, sem sabre ler e escrever, ensinou-me tanta coisa. E tinha e ainda tem, sempre gatos.
Lembro de brincar em casa da avó, no escritório cheio de coisas que não se podia mexer, as canetas, os papéis do avô, as borrachas que eu gostava tanto, o globo cheio de desenhos que eu ainda não sabia que eram países que mais tarde ia visitar. O quarto que era do pai e do tio, tinha sempre um boneco que podíamos brincar. E no armário da sala haviam sempre caixas com bolos. E durante muitos anos, o telefone fazia RING RING e era preto e tinhamos de rodar os numeros.
E no Carnaval, fazia sempre filhoses e eu e a mana íamos ajudar, a pôr açucar e canela. Nunca mais comemos filhoses tão boas.
E avó dava-me sempre 100 escudos para ir comprar um gelado e pedia-me sempre um Super Max para ela, é o gelado favorito dela.
E no Natal e nos anos, avó era sempre a primeira a dar o envelope às netas e não queria saber onde o gastávamos, queria era que fossemos felizes.
E aos Domingos acordavamos cedo para almoçar fora, no "Maneta" ou nos "Viveiros do Atlantico", o avô obrigava-nos a levantar ás 8h para irmos para a Ericeira cedo. E era sempre uma aventura.
E foi em casa da avó que brinquei aos médicos com a mana e descobri que sabia dar injecções, e foi em casa da avó que bebi lixivia, e foi em casa da avó que tomei comprimidos a pensar que era smarties.
E foi em casa da avó, naquele quarto sempre igual com a colcha branca que mais sofri quando a visitei este Sábado. Naquela casa de avó, que cheira a avó, onde me vejo a brincar com a mana. Naquela casa. Naquele quarto de colcha branca.
E este Sábado foi o primeiro estalo que levei que me doeu, porque foi a primeira vez que vi de facto a realidade. E sentei-me na colcha branca do quarto sempre igual da avó e tentei que ela se lembrasse comigo como já fomos felizes ali. E fui embora. Mas não fui.
Something filled up my heart with nothing and someone told me not to cry.
Que sempre me pareçam que viveriam para sempre. Os avós brincam sempre connosco, mesmo quando já somos grandes e fazem sempre a nossa comida favorita.
E a minha R. fez-me os melhores bitoques que comi na vida. E assava as melhores castanhas. E leva-me para brincar no casal com a mana e as primas. E conversava muito comigo. E ela, sem sabre ler e escrever, ensinou-me tanta coisa. E tinha e ainda tem, sempre gatos.
Lembro de brincar em casa da avó, no escritório cheio de coisas que não se podia mexer, as canetas, os papéis do avô, as borrachas que eu gostava tanto, o globo cheio de desenhos que eu ainda não sabia que eram países que mais tarde ia visitar. O quarto que era do pai e do tio, tinha sempre um boneco que podíamos brincar. E no armário da sala haviam sempre caixas com bolos. E durante muitos anos, o telefone fazia RING RING e era preto e tinhamos de rodar os numeros.
E no Carnaval, fazia sempre filhoses e eu e a mana íamos ajudar, a pôr açucar e canela. Nunca mais comemos filhoses tão boas.
E avó dava-me sempre 100 escudos para ir comprar um gelado e pedia-me sempre um Super Max para ela, é o gelado favorito dela.
E no Natal e nos anos, avó era sempre a primeira a dar o envelope às netas e não queria saber onde o gastávamos, queria era que fossemos felizes.
E aos Domingos acordavamos cedo para almoçar fora, no "Maneta" ou nos "Viveiros do Atlantico", o avô obrigava-nos a levantar ás 8h para irmos para a Ericeira cedo. E era sempre uma aventura.
E foi em casa da avó que brinquei aos médicos com a mana e descobri que sabia dar injecções, e foi em casa da avó que bebi lixivia, e foi em casa da avó que tomei comprimidos a pensar que era smarties.
E foi em casa da avó, naquele quarto sempre igual com a colcha branca que mais sofri quando a visitei este Sábado. Naquela casa de avó, que cheira a avó, onde me vejo a brincar com a mana. Naquela casa. Naquele quarto de colcha branca.
E este Sábado foi o primeiro estalo que levei que me doeu, porque foi a primeira vez que vi de facto a realidade. E sentei-me na colcha branca do quarto sempre igual da avó e tentei que ela se lembrasse comigo como já fomos felizes ali. E fui embora. Mas não fui.
Something filled up my heart with nothing and someone told me not to cry.
terça-feira, 20 de julho de 2010
Perguntas importantes ao pai.
Eu: "Pai, qual é o caminho que não tem policia?"
Pai: "Anda atrás de mim!"
Gosto desta relação. Gosto do pai, como não gosto de mais ninguém.
Pai: "Anda atrás de mim!"
Gosto desta relação. Gosto do pai, como não gosto de mais ninguém.
terça-feira, 13 de julho de 2010
Orgulho, gosto, chateia-me, fujo, pronto!
Se há coisa que eu tenho orgulho é em mim.
Epah, tenho e pronto!
Quero lá saber do que pensam disso.
Gosto do que faço, para onde vou, com quem vou.
Gosto de dizer do que gosto e do que não gosto.
Gosto de falar com muitas pessoas.
Gosto dos mais novos e dos mais velhos.
Gosto de ter o pensamento estruturado e dizer só aquilo que sinto e que sei que é!
Gosto de dizer "não sei" mas espero que me expliquem em seguida!
Gosto de ouvir musica muito alta no trabalho, mesmo quando me olham de lado!
Gosto de ter os dias preenchidos com mil e uma coisas para fazer.
Gosto e pronto!
Gosto de beber cerveja.
Gosto de ser directa e dizer as coisas todas que penso.
Gosto de tirar as duvidas que tenho das pessoas com elas mesmas e não com perguntas a outrém.
Gosto de não cravar os outros contantemente.
Gosto de poder ajudar quem precisa e não quem abusa.
Gosto que me ajudem sem que eu peça.
Gosto de ser orgulhosa e teimosa.
Gosto e pronto!
Chateia-me o nao sei constante, moscas mortas, vidas vazias e insipidas, preocupações com coisas mesquinhas.
Chateia-me conversas alheias e de ocasião.
Chateia-me coisas forçadas e sem sentido.
Chateia-me e pronto!
E afasto-me disso como o diabo foge da cruz!
Fujo e pronto!
Orgulho, gosto, chateia-me, fujo, pronto!
Gosto disto!
Epah, tenho e pronto!
Quero lá saber do que pensam disso.
Gosto do que faço, para onde vou, com quem vou.
Gosto de dizer do que gosto e do que não gosto.
Gosto de falar com muitas pessoas.
Gosto dos mais novos e dos mais velhos.
Gosto de ter o pensamento estruturado e dizer só aquilo que sinto e que sei que é!
Gosto de dizer "não sei" mas espero que me expliquem em seguida!
Gosto de ouvir musica muito alta no trabalho, mesmo quando me olham de lado!
Gosto de ter os dias preenchidos com mil e uma coisas para fazer.
Gosto e pronto!
Gosto de beber cerveja.
Gosto de ser directa e dizer as coisas todas que penso.
Gosto de tirar as duvidas que tenho das pessoas com elas mesmas e não com perguntas a outrém.
Gosto de não cravar os outros contantemente.
Gosto de poder ajudar quem precisa e não quem abusa.
Gosto que me ajudem sem que eu peça.
Gosto de ser orgulhosa e teimosa.
Gosto e pronto!
Chateia-me o nao sei constante, moscas mortas, vidas vazias e insipidas, preocupações com coisas mesquinhas.
Chateia-me conversas alheias e de ocasião.
Chateia-me coisas forçadas e sem sentido.
Chateia-me e pronto!
E afasto-me disso como o diabo foge da cruz!
Fujo e pronto!
Orgulho, gosto, chateia-me, fujo, pronto!
Gosto disto!
quarta-feira, 7 de julho de 2010
segunda-feira, 5 de julho de 2010
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Significado.
Pessoas. Palavras. Atitudes. Amigos.
Amigos:
Atitudes:
Pessoas:
Palavras:
Amigos:
1. Que sente amizade por.
Atitudes:
1. Demonstração de uma intenção
Pessoas:
1. Criatura humana.
Palavras:
1. Som articulado com uma significação.
Tudo separado é uma coisa, e tudo junto é outra coisa. Maioria das vezes dificil de conjugar. Maioria das vezes impossivel de juntar palavras com atitudes e pessoas com amigos. E atitudes com palavras. E amigos com pessoas.
Tudo junto é bonito. Mas dificil.
O mais bonito é que: Eu conheço muitas pessoas que são bons amigos que fazem das suas palavras, atitudes.
O mais bonito é que: Eu conheço muitas pessoas que são bons amigos que fazem das suas palavras, atitudes.
terça-feira, 29 de junho de 2010
Mania que é...
... reporter!
Aqui fica, para mais tarde recordar a minha primeira foto reportagem mesmo à séria (Favor carregar no sublinhado sim?)!
Aqui fica, para mais tarde recordar a minha primeira foto reportagem mesmo à séria (Favor carregar no sublinhado sim?)!
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Tirar as duvidas
Amigos!
O post do ódio é um desabafo, não é um ataque a ninguém!
Parem de me perguntar "É para mim?" porque não é!
E reparem que comecei a coisa com uma frase que é: "Eu tenho um problema..." EU!
É um desabafo, porque é o meu blog, meu, sim?
Adeus e Obrigada
O post do ódio é um desabafo, não é um ataque a ninguém!
Parem de me perguntar "É para mim?" porque não é!
E reparem que comecei a coisa com uma frase que é: "Eu tenho um problema..." EU!
É um desabafo, porque é o meu blog, meu, sim?
Adeus e Obrigada
quarta-feira, 23 de junho de 2010
terça-feira, 22 de junho de 2010
Eu tenho um problema que é:
ODIAR muito que mexam nas minhas coisas sem me dizerem nada!
ODIAR muito gente mal agradecida.
ODIAR muito gente que acha que só sobresai quando humilha os outros.
ODIAR muito vozes agudas e fininhas.
ODIAR muito que me olhem de alto a baixo.
ODIAR muito acordar cedo.
ODIAR muito gente que manipula os outros e depois vir com falinhas mansas e voz meiguinha dizer que é vitima do mundo e da sociedade e dos amigos e da familia e do raio que a parta.
ODIAR muito reuniões logo cedo.
ODIAR muito que me tentem passar a perna.
ODIAR muito ouvir "Já viste o que ele fez?" e depois fazerem o mesmo e ouvir "Mas eu não fiz por mal!". A merda é toda a mesma.
ODIAR muito coisas como "Não me convidaste", "Cagaste em mim", "Não disseste nada". Tu também não convidaste, nem disseste nada, posso chegar à mesma conclusão, não posso?
ODIAR muito sair a horas e toda a gente olhar de lado como se tivesse a sair às 15h e devesse ficar até toda a gente ir embora.
ODIAR muito chegar a casa sentar-me no sofá doida para fumar um cigarro e descobrir que os deixei no carro a 6 pisos de distância.
ODIAR muito telefonemas de numeros privados.
ODIAR muito que as pessoas no metro não façam fila.
ODIAR muito que me perguntem depois de um convite qualquer "Quem é que vai?"
E Pronto, por hoje chega de ódio que vou para a reunião do crisma e tenho de me ir confessar e isso. Espectacular! WWWUUUU-HHUUUUUUU!!!!
ODIAR muito gente mal agradecida.
ODIAR muito gente que acha que só sobresai quando humilha os outros.
ODIAR muito vozes agudas e fininhas.
ODIAR muito que me olhem de alto a baixo.
ODIAR muito acordar cedo.
ODIAR muito gente que manipula os outros e depois vir com falinhas mansas e voz meiguinha dizer que é vitima do mundo e da sociedade e dos amigos e da familia e do raio que a parta.
ODIAR muito reuniões logo cedo.
ODIAR muito que me tentem passar a perna.
ODIAR muito ouvir "Já viste o que ele fez?" e depois fazerem o mesmo e ouvir "Mas eu não fiz por mal!". A merda é toda a mesma.
ODIAR muito coisas como "Não me convidaste", "Cagaste em mim", "Não disseste nada". Tu também não convidaste, nem disseste nada, posso chegar à mesma conclusão, não posso?
ODIAR muito sair a horas e toda a gente olhar de lado como se tivesse a sair às 15h e devesse ficar até toda a gente ir embora.
ODIAR muito chegar a casa sentar-me no sofá doida para fumar um cigarro e descobrir que os deixei no carro a 6 pisos de distância.
ODIAR muito telefonemas de numeros privados.
ODIAR muito que as pessoas no metro não façam fila.
ODIAR muito que me perguntem depois de um convite qualquer "Quem é que vai?"
E Pronto, por hoje chega de ódio que vou para a reunião do crisma e tenho de me ir confessar e isso. Espectacular! WWWUUUU-HHUUUUUUU!!!!
sexta-feira, 18 de junho de 2010
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Grandes questões do nosso tempo.
Quanto tempo posso ter ovos no frigorifico e saber que eles não se estragaram?
Aos 26 é com isto que preocupo!
Aos 26 é com isto que preocupo!
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Voltar atrás
Eu já senti isto. (Favor de clicar) E não tenho vergonha de dizer que às vezes gostava mesmo de baixar as armas e deixar-me estar, e não ter vir à luta todos os dias. E deixá-los controlar. E ser responsáveis. Ás vezes é cansasitivo ser mulher. Ser mulher independente. Ser mulher independente responsável. Ás vezes gostava que fosse como era antes.
Mas afinal qual é o problema pah?
Já perdi a conta ao numero de pessoas que me enviam mensagens para o FB depois de eu não aceitar o pedido de amizade, ou de ficar lá pendente ado eterno!
MAS QUAL É O PROBLEMA DE EU NAO QUERER SER AMIGA DE ALGUMAS PESSOAS NO FB?
Se muitas dela passam na rua e nem me falam, se muita delas não me dizem nada, se muitas dela, são apenas gente que um dia vi num jantar, numa festa, numa rua, no raio que o parta?
E pronto era isto!
MAS QUAL É O PROBLEMA DE EU NAO QUERER SER AMIGA DE ALGUMAS PESSOAS NO FB?
Se muitas dela passam na rua e nem me falam, se muita delas não me dizem nada, se muitas dela, são apenas gente que um dia vi num jantar, numa festa, numa rua, no raio que o parta?
E pronto era isto!
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